Adoçantes, como escolher?

Não importa qual seja a dieta/estilo de vida que você deseje seguir. A maioria esmagadora, restringe o consumo do açúcar. Não é novidade para ninguém que uma alimentação regada a abusos é fadada a resultados negativos para nosso corpo. Com o açúcar não seria diferente. Amado pelo sabor doce, odiado pelos pneuzinhos e celulite que ajuda a formar, o açúcar foi evoluindo, e hoje encontramos várias “modalidades” do mesmo.
Antes de mais nada, gostaríamos de deixar claro que esse texto tem conteúdo única e exclusivamente informativo. Dietas e restrições devem ser prescritas pelo seu médico e/ou nutricionista.
Vamos então abordar um pouquinho sobre a variedade de açucares encontrados facilmente no mercado.
Açúcar mascavo, açúcar de coco, demerara, cristal… e por aí vai. Uma infinidade que eu talvez não conheça sequer a metade. Eles possuem algumas distinções entre si, mas por fim, mesmo o mais bem intencionado tipo de açúcar ainda assim serão simplesmente açúcar. Com efeito sobre a sua insulina, e sobre seu corpo como o açúcar refinado comum de mesa.
O ideal para um estilo de vida saudável, é nos acostumarmos com o sabor real dos adoçantes, com o amargo do café, e o docinho da banana. Mas não precisamos fazer terrorismo também, comer bem é algo prazeroso e não precisa ser prejudicial.
Há inúmeras receitas que usam alimentos doces (como frutas) para adoçar naturalmente o produto final (bolo, panqueca)
Mas temos outras opções ainda, para quem possui alguma doença autoimune que restringe o uso do açúcar, ou para quem quer perder ou fazer manutenção do seu peso sem deixar de comer seu docinho de vez em quando ou não quer encarar o cafezinho amargo.
Os adoçantes podem ser divididos em naturais e artificiais, calóricos e não calóricos.